quinta-feira, 9 de abril de 2009

Mais amor no coração


Que a Páscoa seja:
Tempo de meditar, de orar, de buscar, de agradecer, de plantar a paz. Para nós que estamos tão sedentos por paz. Tempo de abrir os braços, de abrir as mãos e de ser mais irmão.
Menos ovo de chocolate e, mais amor no coração.

domingo, 5 de abril de 2009

One More Time

Que nem vestido velho, chiclete mastigado, pirulito lambido ou qualquer coisa que defina o ex-namorado, caso ou rolo. Embora muitas apostem nessa teoria, existe também que não rejeite a panela velha que faz comida boa. Para muitas comer o prato já comido em épocas diferentes é um tempero para a paixão. Poder saber se o sabor melhorou, está o mesmo ou já desandou o caldo é no mínimo curioso. Há quem diga que já voltou com quase todos os seus ex, seja pra um novo namoro, para uma ficada de carnaval ou um fim de semana breve. Não importa. O sabor já conhecido, quando é bom, claro! pode causar reações psicológicas e fisiológicas indecifráveis.
Relatos da pessoinha X, a qual revelou que já retomou mais da metade dos seus relacionamentos, diz ter vivido atualmente um dos melhores reencontro, logo depois de ter ficado com um ex de quando tinha 14 anos ( a saber o seu primeiro paquerinha que agora tem 30 anos, e ela 26). Distraída na praia, num dia comum de sol, reencontrou, após 5 anos de anonimato, o paquerinha dos 16 anos, que só foi concretizada as ficadas apenas com 21, não por falta de vontade, mas por pouco encontro mesmo de ambos, afirma. Relata ela que os reencontro deles era sempre os melhores e mais aventurados casos. Lembrou-se então do carnaval onde ambos decidiram ficar na casa de uns conhecidos de ultima (sem lenço, documento e roupas principalmente), só pra dar uns amassos nas ladeiras olindenses. A mesma fala que a sensação de aventura vivida e talvez a falta de compromisso é simplesmente amazing. E talvez por isso as retomadas é sempre bom.
Ainda pra refletir podemos falar em pessoa certa na hora mais que errada, e o que seria o maravilhoso caso de verão, não passa de uma frustração do que poderia ser mais do que bom. Por isso colocar a lapide e cruz na toca do ex faz com que você deixe de viver relacionamentos ofegantes (no bom sentido da coisa) no futuro, já que no passado a sensação do ser bom existiu.
No mais, quem come bem sempre espera repetir o prato.

terça-feira, 10 de março de 2009

Nossos problemas não são tão grandes...rsrsrs


Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.
- Djalmão, o chefe mandou você comer o cú desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.
- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz: - Ô seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus o homem santo.
- Cala a boca e fica quieto aí!
Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara: - Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.
- Deixa ele aí que eu já resolvo.
Daí a pouco chega outro pobre coitado: - Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!
- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
Mais alguns minutos entra outro: - Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.
Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixiiiinha, baixiiiinha: - Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: o cara do cú sou eu, tá?
( Tá vendo???!!!!! , conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros percebemos que o nosso nem é assim,... um problemão).
*
Fonte:Recebido por e-mail.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Momento Loira.


[moça educada sem estresse e quase loira] : um sorvete tipo tal, por favor!
[garçonete estressada, grossa e loira]: como é?
[moça educada com um pouco de estresse e quase loira]: ué, um casquinho, com sorvete e zerado por cima.
[garçonete estressada, grossa, loira e raivosa]:perguntei o sabor
[moça educada, irônica e muito loira] : ahhh, misto.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Meu minuto Pardal


Fiquei a pensar que todo mundo tem direito a ter direito de ter o dom de se livrar de situações inusitadas, seja com o instalar dos dedos, ou com uma boa engenhoca diminutamente criada por si mesmo, algo do tipo seu minuto Professor Pardal. Certo dia ao ser levada para a emergência de um hospital, em estado digamos de muita dor, percebi quanta falta faz as duas maneiras de se livrar dos pequeninos e irritantes, mas sempre presentes, problemas. Ainda no hospital reparei também como mulher é um bicho por de mais vaidoso, embora, eu acho, deveria se esquecer que é mulher ao menos nesses pequenos momentos. Logo na chegada tive um minuto sem sentir muita dor (talvez pela surpresa da recepção) e lisonjeada pela boa reparação da minha pessoa, digo visualmente (que não estava nada agradável, devido as olheiras de forte insônia e muito choro, e os cabelos presos e esquecidos de passar um leve pente) que o médico fez. Ao entrar no consultório ao contrário de perguntar qual o problema o danado me abordou com um tal de quantos anos você tem mesmo. Puxa fiquei reparando e não parece mesmo, respondeu o moço. Não sei se isso fazia parte da terapia dele, mas alegrou.
Horas depois na enfermaria recebendo soro e remédios na minha pobre e invadida veia, e tendo mais um ataque de mulher-fresca-feminina, ao ver a sala tomada por homens, que na maioria das vezes não são bons observadores, e lembrando que estava de vestido e não tinha depilado minhas lindas pernitas que não têm nada de rolitas. E, foi ai que retomei minha teoria inicial e desejei pra mim um super-botão-alto-clean, naquele momento.
E deixando o hospital de lado e dando espaço a minha segunda e mais importante, ao menos para mim, invenção. Eis que necessito urgentemente criar um travesseiro com um super furo no meio, ou coisa parecida, para encaixar minha querida oreia, que não é tão grande, mas também não é a menor que já vi. Fato é que a infeliz insiste em acordar, se é que ela acorda, dolorida, minto, putamentedolorida todos os dias, noites e tardes, seja sonão, ou um simples cochilo. E isso, sem dúvidas é uma incrível tirada de bom humor matinal, mesmo depois de um bom sonho.
E você! Tem essa leseiras na cabeça?
Deixe-me sentir normal :p

sábado, 17 de janeiro de 2009

Mensagem


Eu não sei se você se recorda do seu primeiro caderno, eu me recordo do meu.
Com ele eu aprendi muita coisa, foi nele que eu descobri que a experiência dos erros,
Ela é tão importante quanto às experiências dos acertos
Porque vistos de um jeito certo, os erros,
Eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras
Porque não há aprendizado na vida que não passe pelas experiências dos erros
O caderno é uma metáfora da vida,
Quando os erros cometidos eram demais, eu me recordo,
Que a nossa professora nos sugeria que a gente virasse a página.
Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços.
Ao virar a página, os erros cometidos deixavam de nos incomodar e a partir deles,
A gente seguia um pouco mais crescido.
O caderno nos ensina que erros não precisam ser fontes de castigos.
Erros podem ser fontes de virtudes!
Na vida é a mesma coisa, o erro tem que estar à serviço do aprendizado,
Ele não tem que ser fonte de culpas e vergonhas.
Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida.
Uma coisa é a gente se arrepender do que fez!
Outra coisa é a gente se sentir culpado.
Culpas nos paralisam.
Arrependimentos não!
Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos.
Deus é semelhante ao caderno.
Ele nos permite os erros pra que agente aprenda a fazer do jeito certo.
Você tem errado muito?
Não importa, aceite de Deus essa nova página de vida que tem nome de hoje!
Recorde-se das lições do seu primeiro caderno.
Quando os erros são demais, vire a página!

Cd Vida - Padre Fábio de Melo

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Mulher solteira nem sempre procura.


Tarde ensolarada e ela resolveu pegar uma praia, não diferente do que costuma e gosta de fazer. Apesar de acompanhada ficou sozinha e por uns instantes na barraca de coco em pleno calçadão. Cabelos levemente presos leves ao vento, roupinha juvenil que adocicava a silhueta, coco na mão, goles e mais goles e uma sensualidade jogada, que nem ela percebera. Um leve olhar de lado (estilo-Maysa-que-agora-está-na-moda) e um movimento que mais parecia um indicativo de você pode mexer comigo: soltou o cabelo e jogou ao vento. Sem dar credibilidade. Em alguns minutos ouviu um fino com licença. E logo vieira da dupla de cueca ao lado (que nem era feia) o papo mais comum e furado. Perguntas feitas: você é daqui? Quais são os lugares legais pra freqüentar à noite? Tipo balada...Desculpa a pergunta. Mas lá tem muita mulher bonita? Você freqüenta?
Blah! Música brega para os ouvidos dela, e olhe que de brega ela entende. Não que não gostasse da paquera, e das investidas dos gatinhos. Sempre bom se sentir uma pérola em meio as pedras, mas vale lembrar, pedir e implorar que criatividade é divino e preciso. E engrossa qualquer caldo. As respostas foram existentes, a educação persistentes, mas num fim um leve sussurro: Nem sempre uma mulher (aparentemente) solteira está a procura.